Autoconhecimento Cristais

Vizualização Remota com Cristais (Crystal Remote Viewing)

Ano passado fiz um curso de Vizualização Remota com Cristais (Crystal Remote Viewing) com o Ron Oren. Trata-se de um técnica que foi sistematizada pela Christina E. High-Hardy, na qual fazemos uma regressão ou progressão com a ajuda de cristais, com o objetivo de entender parte da origem de certos desafios ou padrões, visitar vidas onde determinados talentos/dons/virtudes eram experienciados em sua plenitude ou ainda se comunicar com consciências elevadas.

Sempre fui fascinada por cristais, então fiquei bastante animada para fazer esse curso e experienciar tudo o que ele podia oferecer.
Fiz esse post para compartilhar um pouco do que aprendi e como foi minha experiência.

O que é a técnica?

Os cristais foram formados ao longo de milhares de anos e possuem a um campo que armazena muitas informações . A técnica consiste em montar uma grade de cristais em um indivíduo e passar a conduzí-lo a acessar memórias regressas ou progressas (apesar de que a linearidade do tempo acontece somente aqui na 3D). Os cristais propiciam uma frequência de onda cerebral Theta e quando ativados no corpo ativam as células no corpo físico e demais planos.

Quais são os benefícios?

  • Entender como experiências passadas podem motivar comportamentos e padrões atuais, permitindo sua compreensão, requalificação e integração
  • Acessar e integrar no tempo presente os dons, talentos, virtudes e conhecimentos que possuímos em outros tempos e espaços
  • Comunicação com mestres e guias
  • Expansão da consicência

Como foi o curso?

Basicamente o curso explorou as origens da visualização remota e uma introdução aos cristais. Em seguida, entendemos o que era possível extrair de uma sessão e tivemos todas as orientações de como conduzir uma sessão e como contornar possíveis situações que apareçam, com o objetivo de integrar toda e qualquer experiência que venha a tona. Em seguida trocamos sessões entre os participantes.

Como é uma sessão?

Primeiramente entendemos a questão levantada pelo cliente. Em seguida, este deve deitar-se e posicionamos alguns cristais ao redor do corpo, nos principais chakras e atrás do terapeuta, formando uma grade de cristais. O cliente é conduzido em um relaxamento profundo com uma visualização guiada. Em seguida, o terapeuta ajuda o cliente a ir explorando as cenas e símbolos que aparecem, sempre requalificando e integrando a experiência que está sendo acessada e trazendo para a consciência o aprendizado.

Podemos acessar experiências “passadas” ou “futuras” (que nada mais são que realidades paralelas) e também conversar com seres de consciência elevada, com o objetivo de ampliarmos a nossa compreensão sobre algum assunto que estamos vivenciando. Algumas pessoas adicionam Thetahealing e fazem substituição de crenças enquanto o cliente está acessando a memória. Apesar de ser Thetahealer, eu particularmente faço um pouquinho diferente. Busco requalificar a energia e integrá-la com a ajuda do Reiki.

É preciso acreditar em vidas passadas  / realidades paralelas para fazer a sessão?

Não. Conteúdos que chegam por meio de imagens ou sensações podem ser memórias ancestrais ou símbolos inconscientes. Na realidade, o foco não deve estar em saber se você de fato viveu aquilo que surge na sessão, mas sim o que essas imagens simbolizam para você no agora.

Qualquer pessoa pode fazer esse tipo de sessão?

Acho importante fazer alguns testes no cliente antes de submetê-lo a esse tipo de vivência. Primeiramente para identificar se este possui algum transtorno psiquiátrico (esquizofrenia, psicose) que a impedisse e também para entender qual é o seu tipo psicológico, a fim de poder melhor orientar e conduzir a sessão. Além disso, na minha percepção, pode ser complicado atender alguém de forma aleatória nessa técnica e que tenha como motivação tão somente a curiosidade. Conteúdos sensíveis podem ser acessados e é importante que a pessoa esteja em algum processo terapêutico para continuar a trabalhar o que quer que emerja!

E se eu não sentir nada? Pode acontecer de não aparecer nada na sessão?

Pessoas que são Pensamento ou Sensação nos Tipos Psicológicos tendem a racionalizar mais o processo. Para esse tipo de personalidade, apenas pedimos que pensem e relatem o que vem a suas mentes, mesmo que tenham que construir do zero. Seja lá o que construam, não será à toa e é uma símbolo do incosciente que pode ser totalmente trabalhado.

Minha experiência

Não há padrão sobre como uma pessoa irá acessar esse conteúdo da visualização remota. Há pessoas que são mais visuais, cinestésicas, auditivas, etc. Algumas acessam as memórias de forma muito clara, detalhada e vívida, chegando a sentir no corpo aquilo que está sendo experienciado. Conduzi uma sessão em uma amiga que possui o Tipo Psicológico sentimento e ela é super cinestésica, como resultado ela sentia no corpo tudo o que era acessado.  Já outras pessoas (como eu!) percebem o cenário de forma mais mental e com menor envolvimento.

Como comentei, no meu caso eu não percebia as imagens com super detalhamento não e não sentia nenhuam repercussão no corpo. Não há forma certa ou errada de acessar o conteúdo, cada pessoa fuciona de forma distinta e estas também podem variar de sessão para sessão. Nas que vivenciei, era como se eu fosse um observador da cena, mas tinha uma certeza interior que sabia identificar o contexto e detalhes do que acontecia ali — por mais que não estivesse imersa.

Num determinado momento da sessão (e que particularmente é o meu favorito 🙂 ) escolhi acessar uma vida futura onde exercia com total plenitude o que hoje sinto como desafio. O objetivo deste tipo de exercíco é disponibilizar o campo de integração e sabedoria daquela existência para a vida de agora. A que mais me marcou foi uma existência onde eu era apenas um círculo de energia, que continha absolutamente tudo nele. Sentia que aquele campo era apenas um pulsar de pura consciência que abarcava tudo o que existe, sem nenhum tipo de julgamento… Me sentia inteira, completa, plena, mas não havia um “entusiasmo” nisso, só conseguia sentir inteireza, como se as polaridades tivessem se dissolvido e tudo fizesse parte de tudo… consequentemente, entendia tudo o que se manifestava era perfeito pelo simples fato de “ser”. Tudo parece muito abstrato, mas fez muito sentido para o que eu precisava acessar naquele momento. Acabou até repercutindo em decisões e percepções diferentes que passei a ter após ter acessado isso (num outro momento comento mais sobre isso 😉  )

Confira também...

Sem comentários

    Deixe um comentário